Calculadora de Capacidade de Financiamento
Descubra quanto você consegue financiar com a sua renda.
A calculadora de capacidade de financiamento estima quanto você consegue financiar a partir da sua renda mensal, usando o limite de comprometimento que os bancos costumam aplicar. É indicada para quem está começando a procurar imóvel e precisa saber a faixa de preço realista antes de visitar. Informe a renda, a taxa e o prazo para ver a parcela máxima e o valor financiável.
Resumo executivo
- Regra usual: a parcela não deve passar de cerca de 30% da renda bruta familiar.
- O que aumenta a capacidade: renda composta, prazo maior e uma entrada maior.
- O que reduz: outras dívidas em aberto, renda informal e restrições no CPF.
- Atenção: capacidade de financiamento não é o preço do imóvel — falta somar a entrada e os custos de aquisição.
Regra de ouroO banco define quanto você pode financiar; só o seu orçamento define quanto você deveria.
Valor que você pode financiar
R$ 197.075,10
Parcela máxima
R$ 1.800,00
Comprometimento
30,00%
Os bancos costumam limitar a parcela a cerca de 30% da renda mensal bruta. Esta é uma estimativa pela Tabela Price; a aprovação real depende de análise de crédito, entrada e demais condições da instituição.
Antes de escolher um imóvel, vale inverter a pergunta: em vez de simular a parcela de um valor, descobrir qual valor a sua renda comporta. É isso que esta calculadora faz.
Ela parte da renda mensal, aplica o limite de comprometimento praticado pelo mercado e converte a parcela máxima resultante no valor que poderia ser financiado naquele prazo e naquela taxa.
A regra dos 30% e de onde ela vem
A prática consolidada no crédito imobiliário brasileiro é limitar a prestação a cerca de 30% da renda bruta familiar. Não é um número mágico: é a margem que, historicamente, permite absorver imprevistos sem que o contrato entre em inadimplência.
Cada instituição aplica a regra à sua maneira, e o percentual pode variar conforme o perfil de crédito, o relacionamento com o banco e o tipo de contrato. Trate os 30% como referência de partida, não como promessa de aprovação.
Vale notar qual parcela entra na conta: em contratos SAC, é a primeira — a mais alta. Isso reduz o valor financiável em comparação com a Tabela Price para a mesma renda.
Que renda o banco realmente considera
Salário com carteira assinada é o caso mais simples. Autônomos e profissionais liberais costumam precisar comprovar renda por extratos bancários, declaração de Imposto de Renda ou pró-labore, e muitas vezes têm um redutor aplicado sobre a média apurada.
A renda composta — somar cônjuge, companheiro ou parentes — é aceita pela maioria dos bancos e é a forma mais direta de ampliar a capacidade. Todos os participantes entram no contrato e respondem pela dívida.
Dívidas existentes reduzem o espaço disponível: financiamento de veículo, consignado e faturas parceladas costumam ser abatidos da margem antes do cálculo.
O que falta além do valor financiado
Bancos financiam uma parte do imóvel, não o total — a entrada costuma ficar entre 20% e 30% do valor de avaliação. O preço que você pode buscar é a soma do valor financiável com a entrada que você já tem.
Some ainda os custos de aquisição: ITBI, registro em cartório e taxa de avaliação, que juntos costumam representar de 4% a 5% do valor do imóvel e são pagos à vista, fora do financiamento.
É o erro mais comum de quem começa a procurar: mirar um preço que a capacidade cobre, mas não ter os custos de entrada reservados.
Como aumentar sua capacidade de financiamento
Alongar o prazo reduz a parcela e amplia o valor financiável — ao custo de bastante juro a mais no total. É a alavanca mais fácil e a mais cara.
Compor renda com outra pessoa tende a ser a alavanca mais eficiente. Aumentar a entrada e limpar dívidas menores antes da análise também mexem no resultado, além de melhorarem a taxa oferecida.
Use o simulador de financiamento imobiliário para transformar a capacidade estimada aqui em uma simulação completa, com parcelas e custo total.
Capacidade aprovada não é capacidade confortável
O limite do banco protege o banco. Uma parcela em 30% da renda bruta pode representar muito mais que isso da renda líquida, depois de impostos e descontos — e ainda concorre com condomínio, IPTU e manutenção, que aparecem junto com o imóvel.
Antes de assumir o teto, verifique se a reserva de emergência continua de pé com a nova parcela. A calculadora de reserva de emergência ajuda a dimensionar esse colchão.
Perguntas frequentes
Qual o limite de comprometimento de renda que os bancos usam?
A referência mais comum no crédito imobiliário é de cerca de 30% da renda bruta familiar. O percentual exato varia por instituição, perfil de crédito e tipo de contrato.
Posso somar a renda do cônjuge?
Sim. A renda composta é aceita pela maioria dos bancos e pode incluir cônjuge, companheiro ou parentes. Todos os participantes passam a integrar o contrato e respondem pela dívida.
Sou autônomo, consigo financiar?
Sim, mas a comprovação é mais trabalhosa: extratos bancários, declaração de Imposto de Renda ou pró-labore. É comum o banco aplicar um redutor sobre a renda média apurada.
A calculadora considera a entrada?
Ela estima o valor que pode ser financiado a partir da renda. O preço do imóvel que você pode buscar é esse valor somado à entrada disponível, lembrando que os custos de cartório e ITBI são pagos à parte.
Ter dívidas reduz minha capacidade?
Sim. Parcelas de outros financiamentos, consignado e crédito rotativo costumam ser descontadas da margem antes do cálculo, reduzindo o valor que você consegue financiar.
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Limitações desta simulação
Os resultados são estimativas baseadas nas premissas que você informa e nas taxas de referência vigentes (atualizadas em 07/10/2026). Servem para orientar decisões e não substituem aconselhamento profissional nem constituem recomendação de investimento.
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