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Calculadora de Renda

Calculadora de Amortização

Veja quanto economiza fazendo aportes extras no financiamento.

A calculadora de amortização mostra quanto você economiza ao usar um valor extra para abater um financiamento, comparando as duas opções possíveis: reduzir o prazo ou reduzir a parcela. É indicada para quem tem um dinheiro sobrando — 13º, bônus, FGTS — e quer saber se compensa jogar na dívida. Informe o saldo devedor, a taxa, o prazo restante e o valor extra.

Resumo executivo

  • Reduzir prazo: economia máxima de juros, mas a parcela continua igual.
  • Reduzir parcela: alívio imediato no orçamento, com economia bem menor.
  • Quanto antes, melhor: amortizar no primeiro terço do contrato vale muito mais que no último.
  • O teste decisivo: se um investimento seguro rende mais que a taxa do seu financiamento, investir pode superar amortizar.
Regra de ouro

Amortizar reduzindo o prazo economiza mais; amortizar reduzindo a parcela alivia mais. Escolha pelo problema que você tem, não pelo número maior.

R$
%
anos
R$

Juros economizados

R$ 370.155,01

Tempo reduzido

14 anos e 1 meses

Quitação em

15 anos e 11 meses

Aportes extras mensais abatem diretamente o saldo devedor, reduzindo os juros futuros e antecipando a quitação. A simulação usa a Tabela Price e mantém a parcela original, somando o valor extra.

Amortizar é usar um pagamento extra para abater diretamente o saldo devedor de um financiamento. Como os juros incidem sobre esse saldo, derrubá-lo elimina de uma vez todos os juros que seriam cobrados sobre aquele valor até o fim do contrato.

A calculadora acima compara as duas formas permitidas por contrato — reduzir o prazo ou reduzir o valor da parcela — e mostra a economia de cada uma com os seus números.

Reduzir prazo ou reduzir parcela?

Reduzir o prazo é quase sempre a opção que economiza mais. Você continua pagando a mesma parcela, mas termina o contrato antes — e todos os meses eliminados no fim eram meses de juros que você deixa de pagar.

Reduzir a parcela mantém o prazo original e diminui o desembolso mensal. A economia de juros existe, mas é bem menor, porque a dívida continua rodando pelo mesmo tempo. Em compensação, sobra dinheiro no orçamento todo mês.

A escolha certa depende do seu problema. Se o objetivo é pagar menos no total, reduza o prazo. Se o orçamento está apertado e você precisa de fôlego agora, reduza a parcela — e entenda que está comprando conforto com juros.

Por que amortizar cedo vale muito mais

Cada real amortizado elimina os juros que incidiriam sobre ele em todos os meses restantes. No começo de um financiamento de 30 anos, esse valor é multiplicado por centenas de meses; faltando três anos para o fim, por poucas dezenas.

O efeito é ainda mais forte em contratos na Tabela Price, onde o saldo devedor cai devagar nos primeiros anos. Em um contrato SAC o saldo já cai rápido sozinho, e o ganho relativo da amortização antecipada é menor.

Amortizar ou investir o dinheiro?

A comparação honesta é entre a taxa do seu financiamento e o rendimento líquido de um investimento de risco equivalente. Amortizar equivale a um retorno certo e livre de imposto igual à taxa do contrato.

Com o CDI hoje em 13,65% ao ano, um financiamento imobiliário a taxas menores que isso pode, em tese, perder para uma aplicação conservadora depois do Imposto de Renda. Já dívidas caras — cartão, cheque especial, crédito pessoal — praticamente nunca perdem: amortizar vem primeiro.

Compare os dois lados com a calculadora de CDI e a de rentabilidade real antes de decidir. E lembre que o retorno da amortização é garantido, enquanto o do investimento não.

Usar o FGTS para amortizar

O saldo do FGTS pode ser usado para amortizar ou quitar financiamento habitacional dentro do SFH, respeitadas as regras do fundo — entre elas o intervalo mínimo entre utilizações e a exigência de que o contrato esteja em dia.

Como o FGTS rende bem menos que a taxa da maioria dos financiamentos, essa costuma ser uma das melhores aplicações possíveis para esse dinheiro. O guia sobre usar o FGTS para amortizar financiamento detalha as condições.

Como pedir a amortização ao banco

A amortização é um direito do consumidor, com redução proporcional dos juros, e a maioria dos bancos permite fazê-la pelo aplicativo. O ponto de atenção é que alguns aplicam a opção padrão de reduzir a parcela — que raramente é a mais vantajosa.

Deixe explícito qual modalidade você quer e confira depois o novo demonstrativo: prazo restante, valor da parcela e saldo devedor atualizado. Se o número não bater com o simulado, peça o recálculo por escrito.

Perguntas frequentes

É melhor reduzir o prazo ou a parcela?

Reduzir o prazo economiza mais juros, porque encurta o tempo em que a dívida existe. Reduzir a parcela dá alívio imediato no orçamento, com economia menor. A melhor escolha depende de você precisar de economia ou de fôlego mensal.

O banco pode cobrar multa para amortizar?

Não. A legislação de defesa do consumidor assegura a liquidação antecipada, total ou parcial, com redução proporcional dos juros. Encargos de quitação antecipada não são cabíveis nesses contratos.

Vale a pena amortizar no fim do contrato?

O ganho é bem menor. Nas parcelas finais, a maior parte do pagamento já é amortização e sobra pouco juro a eliminar. Nessa fase, investir o dinheiro costuma fazer mais sentido que abater a dívida.

Posso amortizar todo mês?

Em geral sim, e essa é uma estratégia eficiente: valores pequenos e frequentes derrubam o saldo devedor continuamente. Confirme no contrato se há valor mínimo ou intervalo exigido pela instituição.

Amortizar melhora meu score de crédito?

Reduzir endividamento tende a ser visto de forma positiva pelos modelos de crédito, mas o score depende de muitos fatores. O ganho concreto e mensurável da amortização é a economia de juros, não a pontuação.

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Limitações desta simulação

Os resultados são estimativas baseadas nas premissas que você informa e nas taxas de referência vigentes (atualizadas em 07/10/2026). Servem para orientar decisões e não substituem aconselhamento profissional nem constituem recomendação de investimento.

Entenda nossa metodologia em Como calculamos, consulte as Fontes ou leia a nossa Política editorial.

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