Calculadora de Juros Compostos
Simule a evolução do seu patrimônio com aportes mensais e veja o poder dos juros sobre juros.
A calculadora de juros compostos projeta quanto seu dinheiro renderá ao longo do tempo somando o efeito dos “juros sobre juros”. É indicada para quem investe com aportes mensais e quer planejar objetivos de longo prazo — aposentadoria, entrada de um imóvel ou independência financeira. Informe o valor inicial, o aporte mensal, a taxa e o prazo para ver o patrimônio final, os juros acumulados e a evolução ano a ano.
Valor final
R$ 102.525,67
Total investido
R$ 61.000,00
Total em juros
R$ 41.525,67
| Período | Investido | Juros acumulados | Patrimônio |
|---|---|---|---|
| 1º ano | R$ 7.000,00 | R$ 370,27 | R$ 7.370,27 |
| 2º ano | R$ 13.000,00 | R$ 1.377,56 | R$ 14.377,56 |
| 3º ano | R$ 19.000,00 | R$ 3.085,59 | R$ 22.085,59 |
| 4º ano | R$ 25.000,00 | R$ 5.564,42 | R$ 30.564,42 |
| 5º ano | R$ 31.000,00 | R$ 8.891,13 | R$ 39.891,13 |
| 6º ano | R$ 37.000,00 | R$ 13.150,51 | R$ 50.150,51 |
| 7º ano | R$ 43.000,00 | R$ 18.435,82 | R$ 61.435,82 |
| 8º ano | R$ 49.000,00 | R$ 24.849,68 | R$ 73.849,68 |
| 9º ano | R$ 55.000,00 | R$ 32.504,91 | R$ 87.504,91 |
| 10º ano | R$ 61.000,00 | R$ 41.525,67 | R$ 102.525,67 |
Cálculo com aportes ao fim de cada mês e taxa de 10,00% ao ano (120 meses no total). Os valores são estimativas e não consideram impostos ou inflação.
Os juros compostos são o mecanismo pelo qual o seu dinheiro rende sobre o capital inicial e também sobre os juros já acumulados. É o famoso “juros sobre juros” — o motor por trás do crescimento dos investimentos no longo prazo.
Use a calculadora acima para projetar a evolução do seu patrimônio: informe o valor inicial, quanto pretende aportar por mês, a taxa de juros anual esperada e o prazo. O resultado é atualizado na hora, com gráfico e tabela ano a ano.
Como interpretar o resultado
A calculadora mostra três números-chave: o total investido (a soma do valor inicial com todos os aportes), o patrimônio final (quanto você terá ao fim do prazo) e os juros acumulados (a diferença entre os dois). É essa diferença que revela o poder dos juros compostos.
No gráfico, a linha de cima é o patrimônio e a de baixo é o total aportado. A área entre elas são os juros — e ela cresce de forma cada vez mais acelerada com o tempo, porque os juros passam a render sobre si mesmos.
Quando usar esta calculadora
Use para planejar qualquer objetivo de longo prazo: aposentadoria, entrada de um imóvel, faculdade dos filhos ou independência financeira. Ela responde tanto a “quanto terei” quanto a “quanto preciso aportar por mês”.
Também é útil para comparar cenários: começar agora vs. daqui a 5 anos, aportar mais vs. por mais tempo, ou estimar o efeito de uma rentabilidade maior. Para metas específicas, veja a calculadora de meta de investimento e a de aposentadoria com inflação.
Exemplos práticos
João investe R$ 500 por mês durante 10 anos a 10% ao ano: aporta R$ 60.000 e termina com cerca de R$ 103 mil — os juros já superam um terço do total. Maria investe os mesmos R$ 500 por 30 anos: aporta R$ 180.000, mas termina com mais de R$ 1,1 milhão. O triplo do tempo gera mais de dez vezes o resultado.
A lição: o prazo pesa mais que o valor do aporte. Quem começa cedo, mesmo com pouco, costuma superar quem começa tarde com muito.
Erros comuns
Usar uma taxa de juros irreal (como 1% ao mês “garantido”) infla o resultado e cria expectativa falsa — prefira taxas conservadoras e coerentes com o investimento. Outro erro é ignorar o Imposto de Renda e a inflação, que reduzem o ganho real.
Parar os aportes no meio do caminho ou resgatar para gastos não essenciais quebra o efeito composto — a regularidade é o que faz a mágica acontecer.
Limitações
A simulação assume uma taxa de juros constante durante todo o período, o que raramente acontece na prática (a Selic e o CDI variam). Os aportes entram ao fim de cada mês (anuidade ordinária) e o valor inicial rende desde o primeiro mês.
Os resultados são brutos: não descontam Imposto de Renda nem inflação, e há pequenos arredondamentos. Trate os números como estimativa de planejamento, não como promessa de retorno.
Dicas
Comece o quanto antes — o tempo é o ingrediente mais poderoso. Automatize um aporte mensal fixo e reinvista sempre os rendimentos. Para saber o ganho que de fato sobra acima da inflação, use a calculadora de rentabilidade real.
Em renda fixa, lembre que o IR é regressivo (cai com o prazo) e que produtos isentos (LCI/LCA) podem render mais no líquido — compare antes de escolher.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre juros simples e compostos?
Nos juros simples, o rendimento incide sempre sobre o valor inicial. Nos juros compostos, o rendimento de cada período passa a render também nos períodos seguintes, gerando crescimento exponencial ao longo do tempo.
A calculadora considera imposto de renda?
Não. Os resultados são valores brutos, antes de impostos e inflação. Para renda fixa, o IR incide apenas sobre os rendimentos, em alíquotas regressivas de 22,5% a 15% conforme o prazo.
Que taxa de juros devo usar?
Depende do investimento. Como referência, aplicações atreladas ao CDI tendem a render perto da taxa básica de juros. Use uma estimativa realista e conservadora para o seu cenário.
Os aportes são considerados no início ou no fim do mês?
Nesta calculadora, o saldo rende no mês e o aporte entra ao fim de cada mês (passando a render no mês seguinte) — convenção padrão. O valor inicial rende desde o primeiro mês.
Vale mais a pena aumentar o aporte ou o prazo?
No longo prazo, o prazo costuma pesar mais por causa do efeito exponencial. Aportar por mais tempo, mesmo que menos, frequentemente supera aportar muito por pouco tempo. O ideal é combinar os dois.
Como transformar uma taxa mensal em anual?
Use juros compostos, não multiplicação simples: 1% ao mês equivale a cerca de 12,68% ao ano [(1,01)¹² − 1], e não 12%. A calculadora de conversão de taxas faz isso automaticamente.
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Limitações desta simulação
Os resultados são estimativas baseadas nas premissas que você informa e nas taxas de referência vigentes (atualizadas em 07/10/2026). Servem para orientar decisões e não substituem aconselhamento profissional nem constituem recomendação de investimento.
Entenda nossa metodologia em Como calculamos, consulte as Fontes ou leia a nossa Política editorial.
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