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Calculadora de Renda

Calculadora de Valor Corrigido pela Inflação (IPCA)

Quanto um valor do passado vale hoje, pela inflação real.

Esta calculadora faz a correção monetária de um valor pelo IPCA oficial (IBGE/Banco Central): você informa a quantia e o período, e ela mostra o valor atualizado, a inflação acumulada e a perda de poder de compra. Desde a Lei 14.905/2024, o IPCA é o índice padrão de correção das obrigações civis quando não há outro definido — e é também a medida certa para atualizar salários, preços e valores históricos.

Resumo executivo

  • O que faz: correção monetária pelo IPCA real, ano a ano, até o mês mais recente publicado.
  • Para quem: atualizar valores antigos, conferir ordens de grandeza de contratos, débitos e comparações históricas.
  • Base legal do índice: o IPCA é o padrão de correção civil desde a Lei 14.905/2024, na ausência de índice pactuado.
  • O que NÃO é: cálculo oficial de processo — juízo e tribunal definem índice, juros e datas do caso concreto.
  • Fonte: série oficial do IPCA (IBGE/Banco Central), atualizada automaticamente.
Regra de ouro

Corrigir um valor não é lucro: é devolver o poder de compra que a inflação levou — e, na falta de índice definido, o padrão hoje é o IPCA.

R$

Valor corrigido em 2026

R$ 2.388,54

Até agosto de 2026

Inflação acumulada (IPCA)

138,9%

Perda de poder de compra

R$ 1.388,54

Usamos o IPCA real do Banco Central (anos fechados de 2000 a 2025, mais 2026 acumulado até agosto). Ou seja, R$ 1.000,00 de 2010 equivalem a R$ 2.388,54 em 2026 — é a correção monetária pura, sem juros: o mesmo poder de compra em moeda de hoje. Desde a Lei 14.905/2024, o IPCA é o índice padrão de correção quando contrato ou decisão não definem outro. Em processos judiciais, porém, valem o índice, os juros e as datas fixados no caso concreto — use esta página para conferir a ordem de grandeza e o cálculo oficial do tribunal para os autos.

O dinheiro perde valor com o tempo por causa da inflação. Esta calculadora corrige um valor pelo IPCA real medido pelo IBGE — a referência oficial usada em contratos, atualizações de débito e comparações históricas — entre o ano escolhido e o dado mais recente publicado.

Como interpretar o resultado

O valor corrigido representa a mesma riqueza da data original, em moeda de hoje: é a correção monetária pura, sem juros. A inflação acumulada mostra o quanto os preços subiram no período, e a perda de poder de compra é o que o valor parado deixou de valer.

Diferente de uma projeção com taxa fixa, aqui a conta usa o IPCA que de fato ocorreu em cada ano — incluindo o acumulado parcial do ano corrente, até o último mês publicado pelo IBGE.

Quando usar esta calculadora

Para atualizar valores históricos: quanto vale hoje um salário de 2010, um preço antigo, uma quantia guardada. E para conferir ordens de grandeza em situações do dia a dia profissional — a base de um reajuste, a correção aproximada de um débito, a atualização de referência de um contrato.

Ela responde pela parcela de correção. Se o seu caso também envolve juros (atualização de débito, mora), a diferença entre os dois conceitos está no guia correção × atualização monetária.

Quando NÃO usar (e o que usar no lugar)

Cálculos oficiais de processo judicial exigem o índice fixado na decisão, datas exatas (dia/mês), juros e, muitas vezes, regimes diferentes antes e depois de 30/08/2024 — aqui a correção é anual e somente pelo IPCA. Use esta página para entender e conferir a ordem de grandeza, e o cálculo oficial do tribunal para os autos.

Contratos que definem outro índice (IGP-M, INPC) seguem o pactuado. Para saber qual índice vale em cada situação, use o assistente de índice de correção.

A Lei 14.905/2024 em um minuto

Desde 30/08/2024, quando contrato, lei ou decisão não definem critério, a correção monetária das obrigações civis segue o IPCA, e os juros seguem a taxa legal (Selic menos IPCA). É por isso que o IPCA virou o índice de referência também fora do mundo dos investimentos — o guia completo da lei explica o antes e o depois.

Erros comuns

Confundir correção com atualização: o valor corrigido não inclui juros nem multa. Comparar um número 'atualizado com encargos' com um 'apenas corrigido' distorce qualquer análise.

Somar Selic com IPCA no mesmo período (a Selic já embute correção) e ignorar que reajuste contratual segue o índice pactuado, não o que estiver mais conveniente.

Próximos passos

Veja qual índice usar em cada situação no assistente de índice de correção e no guia comparativo de índices; entenda a Lei 14.905/2024 na prática; e explore o hub de Correção Monetária e Atualização de Valores. Valores atualizados automaticamente a partir de fontes oficiais (Banco Central e Tesouro Nacional).

Perguntas frequentes

Como corrigir um valor pela inflação?

Multiplica-se o valor pela inflação acumulada (IPCA) do período. Esta calculadora faz isso automaticamente com o IPCA real de cada ano entre as datas escolhidas, incluindo o acumulado parcial do ano corrente.

Serve para atualizar valor da causa ou débito judicial?

Como conferência de ordem de grandeza, sim. Para o cálculo oficial, não: processos exigem o índice fixado na decisão, datas exatas e juros — critérios definidos pelo juízo. Use as ferramentas oficiais do tribunal para os autos.

Qual é o índice oficial de correção monetária hoje?

Para as obrigações civis sem índice definido, o padrão é o IPCA desde a Lei 14.905/2024. Contratos, leis específicas e decisões podem estabelecer outro índice — e, nesse caso, prevalece o que foi definido.

Posso corrigir por INPC, IGP-M ou TR aqui?

Não — esta calculadora usa exclusivamente o IPCA, a inflação oficial. Para entender quando cada índice costuma ser aplicado, veja o guia de índices e o assistente de correção do site.

A correção usa IPCA mensal ou anual?

Anual (anos fechados da série oficial), mais o acumulado parcial do ano corrente até o último mês publicado pelo IBGE. Por isso o resultado é uma estimativa fiel em períodos anuais, sem granularidade de dia.

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Limitações desta simulação

Os resultados são estimativas baseadas nas premissas que você informa e nas taxas de referência vigentes (atualizadas em 07/10/2026). Servem para orientar decisões e não substituem aconselhamento profissional nem constituem recomendação de investimento.

Entenda nossa metodologia em Como calculamos, consulte as Fontes ou leia a nossa Política editorial.

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