Quanto teria hoje investindo R$ 500,00 por mês em VALE3?
Ações ordinárias da Vale. A simulação usa as rentabilidades anuais históricas até 2025 (ações, ETFs e criptomoedas via Yahoo Finance; CDI via Banco Central).
Investindo R$ 500,00 por mês em VALE3, você teria aportado R$ 150.000,00 e acumulado cerca de R$ 1.521.694,76 — um ganho de R$ 1.371.694,76 (914,5% sobre o total investido).
Valor hoje
R$ 1.521.694,76
Total investido
R$ 150.000,00
Lucro
R$ 1.371.694,76
914,5% no período
Evolução de 2001 a 2025
| Ano | Investido | Patrimônio |
|---|---|---|
| 2001 | R$ 6.000,00 | R$ 7.424,40 |
| 2002 | R$ 12.000,00 | R$ 27.224,68 |
| 2003 | R$ 18.000,00 | R$ 57.006,91 |
| 2004 | R$ 24.000,00 | R$ 86.817,22 |
| 2005 | R$ 30.000,00 | R$ 120.940,84 |
| 2006 | R$ 36.000,00 | R$ 172.715,71 |
| 2007 | R$ 42.000,00 | R$ 337.129,31 |
| 2008 | R$ 48.000,00 | R$ 165.045,20 |
| 2009 | R$ 54.000,00 | R$ 313.166,66 |
| 2010 | R$ 60.000,00 | R$ 362.094,57 |
| 2011 | R$ 66.000,00 | R$ 278.021,83 |
| 2012 | R$ 72.000,00 | R$ 327.164,75 |
| 2013 | R$ 78.000,00 | R$ 294.717,53 |
| 2014 | R$ 84.000,00 | R$ 195.255,90 |
| 2015 | R$ 90.000,00 | R$ 125.523,30 |
| 2016 | R$ 96.000,00 | R$ 260.508,20 |
| 2017 | R$ 102.000,00 | R$ 433.502,24 |
| 2018 | R$ 108.000,00 | R$ 576.099,54 |
| 2019 | R$ 114.000,00 | R$ 621.973,36 |
| 2020 | R$ 120.000,00 | R$ 1.070.631,78 |
| 2021 | R$ 126.000,00 | R$ 1.127.556,47 |
| 2022 | R$ 132.000,00 | R$ 1.410.937,73 |
| 2023 | R$ 138.000,00 | R$ 1.327.670,66 |
| 2024 | R$ 144.000,00 | R$ 1.022.658,66 |
| 2025 | R$ 150.000,00 | R$ 1.521.694,76 |
Comparativo: e se fosse no CDI, na Selic ou só a inflação?
O mesmo aporte em VALE3 rendeu mais que o CDI no período e superou a inflação (IPCA acumulado de 339,7%).
| Aplicação | Valor acumulado |
|---|---|
| VALE3 | R$ 1.521.694,76 |
| CDI | R$ 733.912,12 |
| Tesouro Selic | R$ 738.098,94 |
| Inflação (IPCA) acumulada | 339,7% |
CDI, Selic e IPCA do Banco Central no mesmo período. Comparativo educacional — rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.
Como esta simulação foi calculada
Consideramos aportes de R$ 500,00 por mês em VALE3, capitalizados pelas rentabilidades anuais históricas ao longo de todo o período disponível.
Importante: as rentabilidades anuais têm como base dados históricos (ações e ETFs pelo preço ajustado do Yahoo Finance, que considera dividendos e desdobramentos; CDI pelo Banco Central). Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura, e este conteúdo não é recomendação de investimento.
A série de VALE3 usada nesta simulação cobre 25 anos, de 2001 a 2025, e não foi uma linha reta: 18 anos fecharam no positivo e 7 no negativo, incluindo uma queda de 52% em 2008 e três anos negativos seguidos entre 2013 e 2015.
Como foram os 25 anos desta série
Dos 25 anos com dado disponível, 18 terminaram positivos e 7 negativos. O pior resultado da janela foi 2008, com queda de 52%; os melhores foram 2002, com alta de 103%, e 2016, com alta de 98%. Entre um extremo e outro há anos discretos, como 2019, com 7%, e 2021, com 5%.
A sequência mais difícil foi a de 2013, 2014 e 2015 — três anos negativos consecutivos, com quedas de 12%, 35% e 38%. Quem estivesse aportando naquele intervalo passou três anos vendo o saldo encolher mesmo continuando a investir.
Estes são fatos aritméticos da série de rentabilidades anuais que alimenta esta página. Não fazemos aqui nenhuma atribuição de causa a esses movimentos: explicar por que cada ano se comportou assim exigiria fontes históricas que esta simulação não utiliza.
Por que aportar todo mês muda a experiência
Em uma aplicação única, o resultado depende inteiramente do ponto de entrada. Com aportes mensais de R$ 500, você comprou em 300 momentos diferentes ao longo desses 25 anos — inclusive durante os sete anos negativos e durante a sequência de 2013 a 2015.
Isso não elimina o risco: um ano de queda de 52% reduz o saldo já acumulado, e nenhum aporte novo compensa isso no mesmo ano. O que os aportes recorrentes fazem é evitar que todo o resultado dependa de ter escolhido bem um único momento de entrada.
O outro lado é que quanto maior o saldo acumulado, menos o aporte mensal pesa. Depois de muitos anos, R$ 500 representam uma fração pequena do patrimônio, e a variação do ativo passa a dominar o resultado de cada ano.
O resultado ficou concentrado em poucos anos
Os dois melhores anos da série, 2002 e 2016, tiveram alta de 103% e 98%. Retirando apenas esses dois anos do cálculo, o índice acumulado da série cairia de 65,9 vezes para 16,4 vezes.
É uma característica relevante para quem investe em ações com aportes mensais: uma parcela desproporcional do resultado de longo prazo tende a se formar em poucos períodos, que não são identificáveis com antecedência. Sair da posição e voltar depois traz o risco de não estar aplicado justamente nesses anos.
Comparação com o CDI no mesmo período
Aplicando exatamente os mesmos aportes de R$ 500 por mês, na mesma janela de 25 anos e pela mesma metodologia, o CDI teria resultado em aproximadamente R$ 734 mil, contra os R$ 1.521.695 da simulação acima. Os R$ 150.000 aportados são idênticos nos dois casos.
A diferença veio acompanhada de sete anos negativos e de uma queda de mais de 50% em um único ano — algo que não ocorre em uma aplicação atrelada ao CDI, hoje em 13,65% ao ano. É o retrato de que o retorno maior desta janela específica cobrou volatilidade em troca, e não uma indicação do que vai ocorrer daqui para frente.
Perguntas frequentes
Quanto teria investindo R$ 500,00 por mês em VALE3?
Você teria investido R$ 150.000,00 e acumulado cerca de R$ 1.521.694,76, um ganho de aproximadamente R$ 1.371.694,76.
Aportar R$ 500,00 por mês em VALE3 superou o CDI?
Sim. Os mesmos aportes no CDI resultariam em cerca de R$ 733.912,12, abaixo dos R$ 1.521.694,76 acumulados em VALE3.
Os aportes mensais fazem diferença?
Sim. Aportar com regularidade dilui o preço médio e aproveita os juros compostos ao longo do tempo, suavizando os altos e baixos do mercado.
Quantos anos negativos VALE3 teve nesta série?
Sete dos 25 anos entre 2001 e 2025 fecharam no negativo, contra 18 positivos. O pior deles foi 2008, com queda de 52%.
Qual foi a pior sequência do período?
Os anos de 2013, 2014 e 2015, negativos em sequência, com quedas de 12%, 35% e 38%. Foram três anos consecutivos de saldo em retração para quem já estava posicionado.
Quanto do resultado veio dos melhores anos?
Uma parte desproporcional. Os dois melhores anos da série, 2002 e 2016, subiram 103% e 98%. Sem eles, o índice acumulado da série cairia de 65,9 vezes para 16,4 vezes.
Os mesmos aportes no CDI teriam rendido quanto?
Aportando R$ 500 por mês na mesma janela e pela mesma metodologia, o CDI teria resultado em aproximadamente R$ 734 mil, contra R$ 1.521.695 da simulação em VALE3 — com um caminho bem menos volátil.
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